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| Ela reside na capital, visita frequentemente Palestina há vários anos, e expõe sua opinião sobre Nicanor |
Recebemos um e-mail de mais uma internauta falando sobre coisas de nosso interesse. E aqui, todos os que interagem conosco, tem suas opiniões publicadas democraticamente. Leia:
Serginho, estive lendo sua publicação no blog e site do
Jornal da Região, sobre a saúde de Palestina, mas quero lhe fazer algumas
perguntas, que vc que mora aí deve saber melhor do que eu, que em dois anos que
vou frequentemente para aí, pude perceber e gostaria que vc levado em
consideração, independente da política.
1. Vc não acha que a qualidade da água melhorou ai? Eu me
lembro que não fazia espuma nem com o sabonete e nem com o sabão em pó. Tinha
um gosto horrível e qdo não se pagava a conta, não era cortada e os donos dos
imóveis alugado, ficavam com o prejuízo da falta de pagamento. A prefeitura
perdeu dinheiro? Não sei, mas a qualidade da água melhorou.
2. As ruas e as estradas eram péssimas e esburacadas.
Demoravam se horas pra chegar até aí, caindo em buracos e valas, sem contar que
a estrada do trevo até a Poléia, não tinha nome, placa ou sinalização. Não sei
como era antes. Veja bem, é o que vejo em 2 anos que estou indo direto, ou
seja, nos feriados. E percebo isso.
3. Quanto ao hospital, pelo que me lembro há alguns anos
atrás, foi fechado por falta de pagamento de um tesoureiro ou alguém que não
sei quem é, gastou o dinheiro numa construção fabulosa de uma propriedade e se
não me falhe a memória, está foragido por dever dinheiro a prefeitura daí. Como
alguém pode fazer alguma coisa sem dinheiro ou com dinheiro "sumido"
que foi aprovado pelos mesmos que estão no poder ou que estavam antes? Não dá
pra se desconfiar de alguma coisa?
4. A questão dos remédios que faltam ai. Não é o PREFEITO
que não está dando remédios e sim o governo federal que gasta verbas fiscais
para compra desses medicamentos e que não são repassados para as prefeituras.
Se não há isso, como vai ter remédio no posto?
5. A questão do fim do contrato com o ônibus escolar. Se há
um contrato feito e que terminou, não é o PREFEITO que cortou o transporte e
que não se sabe o que vai ser feito com os alunos que precisam terminar o ano
letivo. As pessoas precisam entender que não é a pessoa do PREFEITO que não
quer e sim do fim de contrato.
6. Parece que ninguém percebeu as benfeitorias que o
PREFEITO realizou na cidade e sim foi avaliado por ser grosseiro no modo de
falar com as pessoas, que não atende prontamente quem vai falar com ele, pela
sua cara feia ou mal humorada, na demora em realizar projetos e propostas de
campanha que os vereadores, que parecem ser sempre os mesmos, não aprovam ou
que tiram proveito da situação.
Veja bem, não estou defendendo ninguém, mas foram fatos que
constatei nesses dois anos e que as pessoas falaram para mim, tanto da situação
quanto da oposição. Vc me conhece e sabe que sou apartidária, ainda mais num
lugar em que não moro, mas vc que está sempre aí, pode me explicar melhor sobre
isso?
Dizem que votos foram comprados e vendidos. Fotógrafos,
pessoas assediadas nas ruas ganhando dinheiro pra votar nesse ou naquele. Me
mostre um só lugar onde isso não acontece que aí eu fecho minha boca e não falo
mais nada.
Uma cidade pequena não precisa de propaganda política porque
todo mundo se conhece e sabe o que foi não feito. Faltou alguma coisa? Fica pro
próximo resolver e se ele não resolver, o povo tem o direito de exigir que se
faça, não fez, cai fora! Lembra do Collor? 20 anos se passaram. Nós temos o
poder de decisão nas mãos. Seja nas urnas, no trabalho na nossa vida. Por isso,
fiscalizem o que foi prometido e o que será feito.
Um abraço a vocês, Serginho e Neves, do Jornal da Região,
Maria Emilia Brolesi
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