Tem pouquíssimas postagens nos grupos do Facebook, de Palestina, falando sobre os possíveis candidatos a prefeito para a disputa em 2 de outubro. Os que arriscam falar, ficam só no ‘plantar verde para colher maduro’, e não citam nomes, ‘Vamos Renovar’, ‘A cidade está no caminho certo’ ou ‘Renovação total’, são algumas das dicas que nos dão a entender que por detrás as sugestões são Dr. Nicanor (que não se encaixa exatamente no termo ‘renovação’), o atual prefeito Nandão e a advogada Gisele Paschoeto. Mas ninguém confirma e os pretendentes não dão o primeiro passo.
Em uma das postagens, que gerou num certo grupo do Face, um mini-debate, é dito assim, para iniciar o papo: “Eleições 2016: Aos poucos o quadro de pré-candidatos vai se firmando... É Palestina caminhando para reconstruir o tempo perdido... Já vejo desespero...#vemlogoeleição”. Na verdade nada vem se firmando não, digo na questão da confirmação dos nomes dos pretendentes, mas há quem ache que sim.
Uma internauta alertou: “Quem não é visto não é lembrado e estou achando muito vagaroso, muito tímida essas pré candidaturas”. Acertou de cheio na opinião, pois na midiática “quem não anuncia, se esconde”, e é exatamente o que vem ocorrendo em Palestina. Com tantas postagens meio que em forma de denúncias, lançadas a esmo sobre possíveis rejeições de pretensos candidatos pelo TCU (Tribunal de Contas da União), parece mesmo que um está esperando o outro apanhar para poder bater mais, e a tal “inovação total”, na surdina (moita), aguardando o sinal do gongo no estilo “se alguém cair eu solto rojão e entro na festa. Senão, não”.
Outro internauta respondeu na mesma sequência, como que explicando o motivo pelo qual entende a razão da demora de exposição dos pretensos candidatos a prefeito na cidade, acentuando: “as eleições sofreram algumas alterações , como exemplo, posso dizer-lhe que serão apenas 45 dias de propaganda politico-partidária, diferentemente dos 90 anteriores”.
A réplica sobre a questão foi praticamente automática, onde a primeira participante mostrou ser conhecedora das mudanças, por exemplo, da redução do tempo das campanhas em rádio e televisão, e também das reuniões para manifestações públicas e debates de propostas e opiniões, mais conhecidas como comícios.
E retrucou: “Eu sei .... Mas dá pra fazer um movimento antes disso”, argumento que o debatedor não contestou e, inclusive, acenou positivamente à explicação respondendo numa resumida frase, sua concordância, com as palavras “Dá sim”. Ficou claro, na sugestão dela, de que no atual momento da ‘caminhada’, a quase três meses das eleições, está mais do que na hora de haver livres manifestações dos políticos pretendentes às disputas eleitorais, que podem ser feitas publicamente no formato eletrônico, virtual, digital, ou seja, pelas redes sociais na Internet, inclusive até 2 de outubro, dia do pleito.
Por fim, outra participante do mini debate escreveu: “Devemos lembrar que além de muitos políticos pagarem míseros salários aos seus ‘aliados’, muitos outros políticos pagam absurdos às mídias de comunicação, para abafar caso de roubo, corrupção, divulgar vantagens de seu partido em relação aos outros. Isso não só a nível nacional como municipal e estadual. Por isso devemos estar atentos, ler e olhar diversos meios de comunicação e com olhar crítico. Temos hoje a Internet, em que podemos verificar diversas informações e discutir pontos de vistas”. (Por Serginho Roncolato).
Em uma das postagens, que gerou num certo grupo do Face, um mini-debate, é dito assim, para iniciar o papo: “Eleições 2016: Aos poucos o quadro de pré-candidatos vai se firmando... É Palestina caminhando para reconstruir o tempo perdido... Já vejo desespero...#vemlogoeleição”. Na verdade nada vem se firmando não, digo na questão da confirmação dos nomes dos pretendentes, mas há quem ache que sim.
Uma internauta alertou: “Quem não é visto não é lembrado e estou achando muito vagaroso, muito tímida essas pré candidaturas”. Acertou de cheio na opinião, pois na midiática “quem não anuncia, se esconde”, e é exatamente o que vem ocorrendo em Palestina. Com tantas postagens meio que em forma de denúncias, lançadas a esmo sobre possíveis rejeições de pretensos candidatos pelo TCU (Tribunal de Contas da União), parece mesmo que um está esperando o outro apanhar para poder bater mais, e a tal “inovação total”, na surdina (moita), aguardando o sinal do gongo no estilo “se alguém cair eu solto rojão e entro na festa. Senão, não”.
Outro internauta respondeu na mesma sequência, como que explicando o motivo pelo qual entende a razão da demora de exposição dos pretensos candidatos a prefeito na cidade, acentuando: “as eleições sofreram algumas alterações , como exemplo, posso dizer-lhe que serão apenas 45 dias de propaganda politico-partidária, diferentemente dos 90 anteriores”.
A réplica sobre a questão foi praticamente automática, onde a primeira participante mostrou ser conhecedora das mudanças, por exemplo, da redução do tempo das campanhas em rádio e televisão, e também das reuniões para manifestações públicas e debates de propostas e opiniões, mais conhecidas como comícios.
E retrucou: “Eu sei .... Mas dá pra fazer um movimento antes disso”, argumento que o debatedor não contestou e, inclusive, acenou positivamente à explicação respondendo numa resumida frase, sua concordância, com as palavras “Dá sim”. Ficou claro, na sugestão dela, de que no atual momento da ‘caminhada’, a quase três meses das eleições, está mais do que na hora de haver livres manifestações dos políticos pretendentes às disputas eleitorais, que podem ser feitas publicamente no formato eletrônico, virtual, digital, ou seja, pelas redes sociais na Internet, inclusive até 2 de outubro, dia do pleito.
Por fim, outra participante do mini debate escreveu: “Devemos lembrar que além de muitos políticos pagarem míseros salários aos seus ‘aliados’, muitos outros políticos pagam absurdos às mídias de comunicação, para abafar caso de roubo, corrupção, divulgar vantagens de seu partido em relação aos outros. Isso não só a nível nacional como municipal e estadual. Por isso devemos estar atentos, ler e olhar diversos meios de comunicação e com olhar crítico. Temos hoje a Internet, em que podemos verificar diversas informações e discutir pontos de vistas”. (Por Serginho Roncolato).

Nenhum comentário:
Postar um comentário
LEIA A NOTÍCIA OU A OPINIÃO E DEIXE SEU COMENTÁRIO